Porque, no cérebro humano, as informações olfativas estão ligadas à memória. Isso acontece porque é difícil descrever cheiros com palavras; normalmente recorremos a lembranças: “tem cheiro de…”. Quando sentimos um perfume, o cérebro começa a procurar memórias relacionadas para interpretar aquele aroma. Por isso, ao sentir cheiro de rosas, você pode se lembrar do jardim da casa da sua avó na infância ou do perfume que sua mãe costumava usar.

