Nossa reação aos cheiros é, em parte, inata e, em parte, adquirida. Desde o nascimento, já temos preferência por certos tipos de cheiros e somos sensíveis a outros. À medida que crescemos, experiências de vida e informações emocionais se associam aos cheiros, formando uma espécie de banco de memória olfativa no cérebro. Esses dois fatores influenciam nossa preferência por determinados aromas.

