O processo de criação de um perfume é parecido com um pintor usando cores ou um compositor usando notas musicais. O perfumista primeiro imagina três ou quatro aromas principais e depois pensa em matérias-primas auxiliares que possam valorizá-los. O ponto central é equilibrar proporções para que, quando misturados, formem um cheiro novo, e não apenas uma soma de ingredientes reconhecíveis. Depois vem a etapa de refinamento. O perfumista não é um herói solitário; é como um maestro que conduz uma música capaz de tocar as pessoas pelo olfato.

